Metamito antecipa edição de disco homónimo com videoclip “Transmutação” e novas datas ao vivo

21 Janeiro/ Centro Cultural Malaposta, Lisboa

16 Fevereiro/ Maus Hábitos, Porto

28 Abril/ Sala 6, Barreiro

Metamito prepara-se para editar o seu primeiro disco, homónimo. Lança o novo videoclip “Transmutação” e anuncia as primeiras datas de apresentação: 21 de Janeiro no Centro Cultural Malaposta em Lisboa, 16 de Fevereiro no Mais Hábitos no Porto e 28 de Abril na Sala 6 no Barreiro.

SINGLE “TRANSMUTAÇÃO”

Metamito apresenta o terceiro single do seu álbum de estreia. “Transmutação” é uma música colorida que passeia entre o neo-folk e o psych-pop. Fala sobre mudar e aceitar a mudança, sobre como explorar novos horizontes pode ser uma forma de chegar mais próximo de si mesmo. Instrumentalmente, guitarra clássica e voz abrem o tema dando eventualmente lugar a synths cremosos e batidas rústicas e experimentais.

O single é acompanhado de um vídeo de animação, realizado pelo próprio, com recurso a tecnologia de inteligência artificial. Uma abordagem experimental e fresca a uma ferramenta fascinante que permitiu o artista criar um universo visual surrealista a par do mundo sonoro que nos traz “Transmutação”. Isto foi conseguido através da geração de cerca de 50 000 imagens que se moldam ao longo do tempo, criando uma ilusão de continuidade.

DISCO METAMITO

O disco de estreia homónimo de Metamito é editado dia 20 de Janeiro.

“Vem despertar do Sono, e lembrar que o Sonho é a Realidade”. É com este verso que Metamito abre o seu primeiro álbum e estas palavras surgem como uma mão que se estende e convida o ouvinte a entrar numa viagem aos confins da sua mente. Este é um disco que pede para ser ouvido numa boa escuta, de olhos fechados e atentos, como quem visita um museu no seu subconsciente.

São 9 faixas onde Metamito cristaliza a sua estética e identidade, ambas muito próprias, com canções que nos remetem para viagens espirituais e psicadélicas. São cantados os mistérios da Vida e do Ser, interpretados de forma tendencialmente idealista e mística, como já nos tem habituado.

Situando-se algures entre o psych-pop e o psych-folk, a produção é extremamente densa e detalhada, criando um universo sonoro que permite a descoberta de novos pormenores mesmo após várias audições. Quanto à instrumentação, ouve-se uma mistura de elementos orgânicos e tradicionais como guitarras clássicas e portuguesas ou piano e percussões com elementos sintéticos e modernos como sintetizadores e beats eletrónicos. Há uma profunda exploração do espaço e profundidade com recurso a variados efeitos, e uma voz doce e subtil liga todos estes elementos.

Toda a composição, execução, gravação e produção são de António Miguel Serra (Metamito). A mistura ficou ao encargo de Pedro Ferreira, no HAUS, e a masterização de João Alves, no Sweet Mastering Studio.

BIOGRAFIA METAMITO

Metamito é um projeto musical que visa diluir a fronteira entre o sonho e a realidade. Fruto da imaginação de António Miguel, músico multi-instrumentista e produtor da zona de Sintra, tem vindo a ser descrito por alguns como um dos mais inovadores e promissores projetos do panorama musical português.

É um projeto totalmente independente, desde a criação até à distribuição, o que se reflecte na sua expressão musical autêntica e livre. Com uma sonoridade “dreamy” e “neo-psicadélica”, aborda temas como o mito, a mística, o amor, a verdade e a vida mas o seu som é diversificado e em constante mutação por isso é difícil de o fechar numa caixa. Existem travos de dream pop, rock psicadélico e world music, entre muitos outros.

Em 2019 lançou independentemente o seu primeiro EP Reflexo. Em 2020 saiu “Pandora”, single de pop alternativo, mais sintetizado e dançável do que os seus registos anteriores.

Inspira-se em artistas como Tash Sultana, Noiserv, FKJ ou binkbeats para apresentar as suas músicas em formato “one man band”, tocando diversos instrumentos, com uma Loopstation como “cérebro” do espetáculo. O seu maior recurso é a guitarra e a voz mas recorre também a sintetizadores e efeitos variados. Todas as camadas são criadas no momento e cada concerto é sempre diferente do anterior, havendo bastante espaço para improvisação e viagem.

Já pisou vários palcos em Portugal e Espanha. Em 2020 foi o vencedor do concurso Music Unlock by SBSR, tendo assegurado a sua presença no cartaz da edição seguinte do Festival Super Bock Super Rock.

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